sábado, 21 de dezembro de 2013

Morre Reginaldo Rossi, o “Rei do Brega”






















A Música Popular Brasileira ficou mais triste, nesta manhã de sexta-feira. Morreu o cantor e compositor pernambucano Reginaldo Rossi (70). O ídolo de uma enorme massa bregueira se foi, após quase um mês de um luta contra um recém descoberto câncer de pulmão.
Reginaldo iniciou sua carreira de sucesso em 1964. Ele deixa esposa, com quem era casado há cerca de 30 anos, e dois filhos. Bebia e fumava muito.
O cantor deu entrada, no último dia 27 de novembro, no Hospital Memorial São José, na área central do Recife – cidade cantada com orgulho, pelo músico que nasceu no dia 14 de fevereiro de 1944 na capital pernambucana.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

VEÍCULOS - SÉRIE ESPECIAL DO FIAT MILLE CHEGA ÀS LOJAS POR R$ 31.200

Batizada de Grazie, edição deve marcar fim da produção do compacto

A Fiat apresentou nesta quinta-feira (19) uma série especial do Mille. Batizada de "Grazie" ("obrigado", em italiano), a edição tem produção limitada a 2 mil unidades e chega às lojas neste mês por R$ 31.200.

Embora a marca ainda não fale oficialmente sobre o assunto, a edição marca o fim da produção do compacto. Lançado no mercado brasileiro em 1990, o hatch sairá de linha porque seu projeto não comporta a inclusão de airbag e ABS, itens de segurança que serão obrigatórios a partir do próximo ano.


O modelo conta com um acabamento exclusivo e traz itens até então ausentes no pequeno compacto, como ar-condicionado, rodas de liga-leve de 13 polegadas e faróis de máscara negra. A lista de equipamentos conta ainda com rádio com entrada USB, viva-voz e Bluetooth, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, desembaçador e limpador do vidro traseiro. Visualmente, o Grazie Mille conta adesivos laterais personalizados e numeração das unidades grafadas no carro. 
A edição especial será vendida em duas cores: prata Bari e a inédita Verde Saquarema.
FT FIAT

ECONOMIA - Brasil vai pagar US$ 4,5 bi por 36 caças suecos

Segundo Amorim, a escolha levou em conta a performance, a transferência efetiva de tecnologia e o custo
Brasília Os 36 caças suecos vão custar ao Brasil US$ 4,5 bilhões. O ministro Celso Amorim (Defesa) confirmou na tarde desta quarta-feira (18) que o Brasil escolheu os caças Gripen NG, da empresa Saab, para o projeto FX-2 da Força Aérea Brasileira.



Novas aeronaves podem atingir até 2.470km/h, têm alcance máximo de 4.000 km e medem 14,1 m de comprimento e 8,6 m de envergadura. Foto: divulgação
Segundo Amorim, a escolha dos suecos levou em conta a performance, a transferência efetiva de tecnologia e o custo. A aquisição das aeronaves, contudo, não é imediata. O cronograma prevê entregas de aviões até 2023. "Levará um tempo ainda. A Aeronáutica vai discutir o contrato. É um processo que sabemos que é algo demorado", afirmou o ministro.

A transferência de tecnologia vai ser definida nessa nova fase, na qual serão discutidos detalhes do contrato. Estima-se que demore cerca de 10 meses a um ano para formalizar a compra. Os primeiros aviões vão chegar 48 meses depois de assinado o contrato. A discussão de compras se arrasta desde 2001, no final do governo Fernando Henrique Cardoso. Os três concorrentes eram o Rafale, da França, Boeing F/A-18 dos Estados Unidos, e Gripen NG da Suécia.

Em 2009, durante visita do então presidente francês Nicolas Sarkozy, o caça Dassault Rafale foi anunciado como o escolhido pelo presidente Lula, mas o governo brasileiro recuou após a insatisfação da FAB, que não havia sido consultada sobre a decisão. Também pesou contra os franceses o preço do Rafale, cujo pacote inicial chegou a US$ 8 bilhões. No governo Dilma, os americanos ofereceram um atraente pacote, orçado em US$ 7,5 bilhões mas com muitas compensações. No entanto, o escândalo de espionagem contra o Brasil por parte da Agência Nacional de Segurança norte-americana derrubou politicamente o negócio. Assim, o Gripen, criticado por ser menor do que os concorrentes e menos testado em combate, voltou à condição de favorito que a própria FAB havia declarado em seu primeiro relatório sobre a escolha, em dezembro de 2009. O pacote de 36 aviões foi oferecido inicialmente por US$ 6 bilhões, mas a compra acabou em US$ 4,5 bilhões.
FT: DN

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

ECONOMIA - ORÇAMENTO NACIONAL 2014

Salário mínimo deverá ser de R$ 722,90 em 2014

O relatório final da proposta da Lei Orçamentária Anual de 2014 prevê o salário mínimo de R$ 722,90 para entrar em vigor a partir de 1º de janeiro do ano que vem. O texto que os deputados e senadores vão analisar elevou o investimento público em R$ 900 milhões para o próximo ano e manteve despesas com pessoal.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

VEÍCULOS - Obrigatoriedade de freios ABS e airbag segue em 2014, diz Mantega

Governo cogitou exigir que só 80% dos carros tivessem os itens em 2014.
Kombi, que seria aposentada, poderá ganhar exceção, afirma ministro.


A obrigatoriedade de instalação de airbag e freios ABS em todos os carros novos foi mantida para o ano de 2014, anunciou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, nesta terça-feira (17), após reunião com representantes dos trabalhadores e do setor automobilístico em Brasília.
As resoluções 311 e 312 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), ambas de 2009, que determinam que estes itens de segurança devem ser obrigatórios já a partir do ano que vem em todos carros fabricados no Brasil, portanto, continuam valendo.
possível adiamento da entrada em vigor da obrigatoriedade para 100% dos carros chegou a ser avaliado pelo governo, segundo o Ministério da Fazenda, por conta da preocupação com preço dos carros, além do impacto no emprego do setor automobilístico - visto que algumas linhas de produção podem acabar.
Desde 2010, o Contran vem aumentando gradualmente o percentual dos carros novos que devem sair de fábrica com airbag e ABS, sistema que evita o travamento das rodas em frenagens bruscas.
Atualmente isso é obrigatório para 60% e o governo cogitou que no ano que vem não chegasse aos 100%, mas a 80%.
FT: G1

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

FRAUDE - Vídeo acusa Fifa de fraude no sorteio da Copa e faz sucesso

Vídeo que circula na internet desde sexta-feira acusa Fifa de ter manipulado o sorteio dos grupos da Copa do Mundo. Já foram mais de 7 milhões de acessos

São Paulo - Um vídeo de autoria desconhecida postado no YouTube na última sexta-feira tenta por em xeque a credibilidade do sorteio dos grupos da Copa do Mundo de 2014, realizado no mesmo dia. Até o momento, o vídeo, chamado de "Manipulação no sorteio do mundial de 2014", já conta com mais de 2,6 milhões de visualizações. 
Em cerca de três minutos entremeados por música de suspense, o material acusa o secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, de trocar os papéis com os nomes dos países sorteados pelos que supostamente teriam sido pré-determinados pela entidade.
A Fifa ainda não se pronunciou sobre o assunto.
Veja o vídeo (em espanhol):
FT: exame abril

Um pouco de ilusão de ótica!! O que você vê nesta imagem ?


terça-feira, 10 de dezembro de 2013

BRASIL - Segundo pesquisa, 28 milhões têm algum parente dependente químico

Levantamento feito pela Unifesp mapeou os usuários em reabilitação.8 milhões de brasileiros são dependentes de maconha, álcool ou cocaína.


Ao menos 28 milhões de pessoas no Brasil têm algum familiar que é dependente químico, de acordo com o Levantamento Nacional de Famílias dos Dependentes Químicos (Lenad Família), feito pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e divulgado nesta terça-feira na capital paulista.

É a maior pesquisa mundial sobre dependentes químicos, de acordo com Ronaldo Laranjeira, um dos coordenadores do estudo.
Entre 2012 e 2013, foram divulgados dados sobre consumo de maconha, cocaína e seus derivados, além da ingestão de bebidas alcoólicas por brasileiros. A partir desses resultados, os pesquisadores estimam que 5,7% dos brasileiros sejam dependentes de drogas, índice que representa mais de 8 milhões de pessoas.
Perfil dos usuários em tratamento
A maioria dos pacientes em tratamento (73%) era poliusuária, ou seja, consumia mais de uma droga. Em 68% dos casos, quem passava por reabilitação era consumidor de maconha, combinada com outras substâncias. O tempo médio de uso das substâncias foi de 13 anos, mas a família percebe apenas 8,8 anos de uso, em média.
A partir da descoberta da família, o tempo médio para a busca de ajuda após o conhecimento do consumo de álcool e/ou drogas foi de três anos, sendo dois anos para usuários de cocaína e/ou crack e 7,3 anos entre os dependentes de álcool Os familiares relataram ter o conhecimento do consumo de drogas pelo paciente por um tempo médio de 9 anos.
Mais de um terço (44%) relatou ter descoberto o uso devido a mudanças no comportamento do paciente.
Ainda segundo o estudo, 61,6% das famílias possuem outros familiares usuários de drogas. Desse total, 57,6% têm dependentes dentro do núcleo familiar. No entanto, os entrevistados desconsideram esse fator como de alto risco para uso de substâncias do paciente. Deste total, 46,8% acreditam que as más companhias influenciaram seu familiar ao uso de drogas. Já 26,1% culpam a baixa autoestima como responsável pela procura por entorpecentes.

BRASIL - Nova expectativa de vida afeta tempo para aposentadoria

O trabalhador brasileiro terá que ficar em média quase cinco meses a mais no batente para se aposentar. A nova tábua de vida do IBGE usada pela Previdência Social para calcular a aposentadoria aumentou a expectativa de vida em média 143 dias (cinco meses). Quem se aposentar a partir deste mês terá uma perda em média de 1,67% no valor do benefício, com a mudança do cálculo do fator previdenciário. Por exemplo: homem com 57 anos de idade e 37 anos de contribuição que ganha R$ 2.000 terá subtraído R$ 27 no valor da aposentadoria.

O cálculo do impacto da nova tábua de vida do IBGE é da Conde Consultoria Atuarial Ltda. Para estimar a perda no valor do benefício previdenciário foi usado o período de idade de concessão das aposentadorias, ou seja, dos 40 até 80 anos. De acordo com Newton Conde, atuário especializado em previdência, quase todas as idades neste intervalo terão o impacto médio de 143 dias e perda de 1,67% no cálculo do benefício. A maior perda de 5,21% entre as expectativas de vida ficou na idade de 79 anos com 180 dias (seis meses).



A diminuição da aposentadoria ocorre porque o fator previdenciário é um redutor que leva em conta a idade e o tempo de contribuição. Quanto maior a expectativa de vida do brasileiro, diminui o valor da aposentadoria porque o INSS pagará o benefício durante período maior. “Não é uma redução tão grande, mas o impacto monetário é maior para quem ganha o teto de R$ 4.159, que terá uma perda de R$ 57 no valor do benefício”, avalia Conde.

Segundo Conde, o trabalhador em condições de se aposentar por tempo de contribuição, que entrou com o pedido de aposentadoria até a última sexta-feira (dia 29), se livrou da mudança da tábua de vida porque pegou o fator previdenciário de 2011. O período de vigência da tabela usada pelo IBGE é de dezembro de um ano a novembro do ano seguinte. A partir de 2 de dezembro, o cálculo do benefício é feito com o novo fator que será aplicado até novembro de 2014.

A alternativa para zerar a perda será trabalhar mais e deixar para pedir a aposentadoria em abril. Conde explica que ao contribuir por mais quatro meses o segurado conseguirá voltar ao nível de benefício que teria em novembro de 2013. Já o advogado Rômulo Saraiva, especialista em previdência, recomenda que os benefíciários que ganham o salário mínimo não adiem a aposentadoria porque eles podem se livrar das perdas provocadas pelo fator previdenciário.

O maior impacto na tábua de vida aconteceu em 2002, porque o IBGE corrigiu algumas estimativas que repercutiram com maior intensidade no fator previdenciário. “Com o ajuste da tábua 2011 ao Censo 2010 reduziu-se o impacto no fator”, diz Conde

FT: ibge

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

DA SÉRIE ESTÁDIOS DA COPA NO BRASIL 2014

03 - ARENA PANTANAL -  87 % CONCLUÍDO
O estádio que abrigará os jogos da Copa do Mundo da FIFA™ à beira de uma região de flora e fauna tão riquíssima como a do Pantanal não poderia deixar de apresentar entre suas metas a construção e manutenção de uma estrutura sustentável, desde a concepção de seu projeto. 

Essa orientação está voltada para cada detalhe: a madeira usada na edificação é certificada, e os resíduos e entulhos passam por um processo de reciclagem e reaproveitamento na própria obra e em suas vias de acesso. A qualidade do ar também é constantemente monitorada, assim como a do solo. Desta forma, o apelido "Verdão" dificilmente vai ser esquecido. 

Especialmente construída para o torneio, a Arena Pantanal terá capacidade para 42.968 espectadores, ocupando o terreno em que antes estava o Estádio José Fagelli, e vai acolher quatro partidas do Brasil 2014. Esse espaço multiuso terá, no entanto, uma estrutura modelar, que poderá ser reduzida depois do Brasil 2014.  Coberta, ela poderá receber eventos diversificados, como shows, exposições e feiras. Clubes tradicionais como o Mixto e o Operário também podem aproveitar essa estrutura.


Custo Previsão inicial R$454 milhões Custo final R$ 525 milhões

SAÚDE - Falta mais organização e eficiência ao SUS do que verba, afirma estudo


Os problemas de acesso e cuidados especializados no SUS têm mais a ver com desorganização e ineficiência do que com falta de dinheiro.

Essa é uma das conclusões do Banco Mundial em relatório obtido com exclusividade pela reportagem que analisa 20 anos do SUS e traça seus desafios.

O próprio governo reconhece a desorganização, mas aponta avanços nos últimos anos.
O subfinanciamento é sempre citado por especialistas, gestores e governos como uma das principais causas para as deficiências do SUS.

E o Banco Mundial reforça isso: mais da metade dos gastos com saúde no país se concentra no setor privado, e o gasto público (3,8% do PIB) está abaixo da média de países em desenvolvimento.

Mas o relatório afirma que é possível fazer mais e melhor com o mesmo orçamento.
"Diversas experiências têm demonstrado que o aumento de recursos investidos na saúde, sem que se observe a racionalização de seu uso, pode não gerar impacto significativo na saúde da população", diz Magnus Lindelow, líder de desenvolvimento humano do banco no Brasil.

Um exemplo citado no relatório é a baixa eficiência da rede hospitalar. Estudos mostram que os hospitais poderiam ter uma produção três vezes superior à atual, com o mesmo nível de insumos.

Mais da metade dos hospitais brasileiros (65%) são pequenas unidades, com menos de 50 leitos -a literatura internacional aponta que, para ser eficiente, é preciso ter acima de cem leitos.

Nessas instituições, leitos e salas cirúrgicas estão subutilizados. A taxa média de ocupação é de 45%; a média internacional é de 70% a 75%.

"O Brasil tem alto índice de internações por causas sensíveis à atenção primária, que poderia ser minimizado com melhor organização do fluxo assistencial, gerando, assim, uma menor pressão na rede hospitalar", diz Lindelow.

Cuidado adequado para hipertensos e diabéticos, rastreamento de câncer de colo de útero e mama, por exemplo, são ações que podem reduzir parte dessas internações e da mortalidade precoce.

Para o médico Milton Arruda Martins, professor da USP, uma razão para a baixa eficiência na atenção básica é o grande número de pacientes por equipe de saúde da família. "É do dobro do que se preconiza. Se cada equipe tivesse um número menor de pessoas para atender, a capacidade resolutiva seria maior."

FT: folha s.p.