quinta-feira, 17 de setembro de 2015

NATUREZA 2015 - Forte terremoto atinge o Chile e deixa pelo menos 5 mortos


Um forte terremoto ocorreu na noite desta quarta-feira (16) ao norte de Santiago, perto da região de Coquimbo, no Chile.

Por volta das 00h30 desta quinta, o subsecretário do Interior do Chile, Mahmud Aleuy, disse que há 5 mortos confirmados por causa do terremoto, que deixou ainda 1 milhão de pessoas evacuadas. "É o sexto terremoto mais forte da história do país", afirmou.

A magnitude do tremor foi 8,3, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) --  o serviço sismológico chileno informou 8,4. Um alerta de tsunami foi emitido pelas autoridades para toda a região costeira. As autoridades locais determinaram a evacuação das áreas litorâneas, enquanto imagens de televisão mostravam sirenes de alerta ativadas. O tremor de 2010 foi de magnitude 8,8.

O tremor inicial foi às 19h54 (hora local, mesma de Brasília) e houve pelo menos 11 réplicas de tremores com magnitude maior que 4,4, de acordo com o serviço sismológico chileno. De acordo com o Centro Nacional de Sismologia da Universidad de Chile, o sismo teve seu epicentro localizado 36 quilômetros ao oeste da cidade de Canela e a 11 quilômetros de profundidade. O epicentro do tremor fica no mar, a 243 km de Santiago e a pouco mais de 10 km da costa.


No Brasil
O tremor foi sentido até em cidades brasileiras. Em Santa Maria (RS), por exemplo, pelo menos dois prédios foram desocupados por moradores. Os bombeiros de São Paulo também receberam cerca de 50 telefonemas com informações sobre tremores na região da Avenida Paulista, Vila Mariana e Tatuapé. Ainda houve relatos de tremores no litoral de São Paulo e no Vale do Paraíba.

VEJA O VIDEO DO EXATO MOMENTO:

VIA;G1

BRASIL 2015 - 'Essa magreza é saúde', diz Padre Marcelo Rossi em visita à Paraíba

Sacerdote disse que antes estava inchado por causa de medicamentos.
Livro 'Philia' foi escrito a partir da experiência do padre com a depressão.

O Padre Marcelo Rossi declarou, nesta terça-feira (15), que sua aparência magra é um sinal de bem-estar e negou estar doente. O sacerdote visita João Pessoa para lançar seu novo livro, “Philia”. “Essa magreza é saúde. Eu antes estava inchado, com retenção de líquido. Graças a Deus, com a dieta, com alimentação sadia, tirei fora. As pessoas hoje perguntam ‘padre, você está doente?’. Eu estou com saúde”, explicou.

O religioso esclareceu que o inchaço era causado por anti-inflamatórios que ele tomava para aliviar dores que sentia na coluna. “Com autorização médica e com a dor, eu acabava tomando e eu acabei inchando. Hoje, eu não tomo nenhum remédio, graças a Deus”, disse.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

ECONOMIA 2015 - Vendas do comércio recuam 1% e têm pior julho desde 2000

Essa é a sexta queda consecutiva do varejo, segundo o IBGE.
No ano, as vendas acumulam queda de 2,4%.


Pelo sexto mês consecutivo, as vendas do varejo brasileiro recuaram. Em julho, na comparação com junho, a baixa foi de 1%, a maior, considerando o mês, desde 2000, quando teve início da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (16).

Em relação ao mesmo mês de 2014, a retração foi ainda maior, de 3,5%. No ano, as vendas acumulam queda de 2,4% - a quinta taxa negativa e o pior resultado desde março de 2003, quando a baixa foi de 6,1%. Nos últimos 12 meses, o índice acmula queda de de 1%.

"As vendas do comércio varejista estão 7,2% abaixo do ponto mais alto da série, alcançado em novembro de 2014", informou Isabella Nunes, gerente de serviços e comércio do IBGE.

A gerente explicou que apesar de julho do ano passado ter sido impactado pelo "efeito Copa do Mundo", quando ocorreram feriados por causa dos jogos, em 2015, o mês teve o mesmo número de dias úteis do que em 2014. "Isso torna resultado negativo mais relevante."

Móveis e eletrodomésticos
Em relação a julho do ano passado, o varejo caiu na maioria dos ramos pesquisados e ainda remontou aos anos de 2002 e 2003, período ruim para o setor, segundo Isabela Nunes.


As baixas mais expressivas foram vistas nos segmentos de móveis e eletrodomésticos (-12,8%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,1%) e  tecidos, vestuário e calçados (-8,1%).
via;g1

terça-feira, 15 de setembro de 2015


ECONOMIA 2015 - Inadimplência do consumidor tem alta de 16,7% em agosto, diz Serasa

Comparação é com o mesmo mês do ano passado.
No ano, a alta acumulada é de 16,9%, a maior em 4 anos.


A inadimplência do consumidor apresentou alta de 16,7% em agosto em comparação com o mesmo mês do ano passado, segundo a Serasa Experian. No acumulado do ano até agosto, na comparação com o mesmo período do ano anterior, o índice subiu 16,9%. Já na comparação com julho, houve queda de 2,8%.

Segundo os economistas da Serasa Experian, a alta da inadimplência neste ano em relação ao ano passado, característica que vem predominando deste o início deste ano, é causada pelo cenário econômico bastante adverso à quitação das dívidas do consumidor: taxas de inflação, de juros e de desemprego bem mais altas neste ano. Já a queda em relação a julho é explicada pela menor quantidade de dias úteis em agosto (21 contra 23).

O valor médio das dívidas não bancárias apresentou alta de 22,5% nos primeiros oito meses do ano, na comparação com o mesmo período de 2014. Os valores médios dos cheques sem fundos e da inadimplência com os bancos também cresceram 9,7% e 1,4%%, respectivamente. Já o valor médio dos títulos protestados registrou queda de 2,9%.
via:g1

domingo, 13 de setembro de 2015


BEM ESTAR 2015 - Assistir TV ao final do dia pode aumentar nível de estresse

De acordo com uma nova pesquisa, hábitos que deveriam ajudar a relaxar causam sentimento de culpa


Depois de um longo dia de trabalho, sentar no sofá e assistir televisão parece ser uma boa ideia para reduzir o estresse. No entanto, um novo estudo descobriu que, em vez de ajudar a relaxar, o hábito pode piorar a situação. As informações são do Daily Mail.

Para a pesquisa, os estudiosos entrevistaram 471 pessoas sobre como elas se sentiam depois do trabalho e o que faziam para relaxar no final do dia. Os pesquisadores notaram que aquelas que estavam particularmente cansadas após o expediente mostraram maior tendência a sentir que haviam "sucumbido" ao desejo de assistir televisão ou jogar vídeogame. Este grupo de pessoas também reportou que estes hábitos as impediram de cuidar de tarefas mais importantes.

A pesquisa também concluiu que as pessoas que se sentiam mais cansadas e, por isso, poderiam ser mais beneficiadas pelo relaxamendo em frente à TV, na verdade, experimentavam ainda mais sentimento de culpa por considerar o hábito como um sinal de falha em relação ao auto-controle. "A culpa diminui os efeitos positivos da tentativa de relaxamento e reduz a recuperação e a vitalidade", explicou o estudo, publicado no Journal of Communication.

Estudos anteriores apontavam que assistir televisão ou jogar vídeogame ajudavam as pessoas a se desligar do trabalho e relaxar. Essas pesquisas também mostravam que ganhar um jogo ou assistir a um filme que provocasse reflexão oferecia às pessoas a sensação de controle durante o lazer, fazendo com que se sentissem mais energizadas.
via:terra

SAÚDE 2015 - Advertência em maço faz 52% de fumantes pensar em parar

Lei nacional que obriga os fabricantes de cigarros a veicularem nos maços imagens dos malefícios do tabaco faz com que usuários reflitam sobre o assunto, diz IBGE




Pesquisa Nacional de Saúde realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou que as propagandas exigidas por lei, via Ministério da Saúde, nos maços de cigarro produzidos no Brasil, se não surte o efeito de fazer com que as pessoas parem de fumar, ao menos têm feito o brasileiro refletir sobre o assunto. De acordo com o levantamento, 52,1% dos fumantes do País pensam em parar com o tabagismo ao ver as fotos no verso.


Com fotos agressivas no sentido de mostrar que, além de conter mais de quatro mil substâncias tóxicas, o tabaco pode causar abortos, diversos tipos de câncer , causar impotência, dentre outros malefícios, as advertências com imagens fortes são obrigatórias desde fevereiro de 2002 em todo o território nacional. E são percebidas, ainda de acordo com o IBGE, por 86,2% dos fumantes.

O Brasil foi o segundo país no mundo a adotar tal procedimento, após a campanha ter obtido êxito no Canadá. “Isso tem feito as pessoas ao menos pararem para pensar no tema”, explicou a coordenadora da pesquisa do IBGE Maria Lúcia Vieira. Atualmente, mais de 20 países ao redor do mundo fazem tal tipo de advertência nos maços.

Em 2008, uma resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) obrigou ainda que mensagens como “este produto intoxica a mãe e o bebê causando parto prematuro e morte” tornou a advertência ainda mais impactante. Em 2012, um levantamento feito pela The International Tobacco Control (ITC), em 21 países, revelou que 39% dos fumantes disseram não ter acendido um cigarro no momento em que se depararam com as imagens nos maços.

De acordo com o mesmo levantamento do IBGE, o Brasil possui hoje 21,9 milhões de fumantes – o que representa 15% da população, um decréscimo de 3% em relação ao mesmo índice de 2008 (18%).
via:ibge

terça-feira, 8 de setembro de 2015

TECNOLOGIA 2015 - 10 dicas para retardar o "envelhecimento" das baterias de smartphones

Ao avaliar o desempenho da bateria de sete smartphones e cinco tablets, a associação de consumidores Proteste constatou a sensibilidade do componente, bem como o seu alto potencial destrutivo diante do mau uso.
"As baterias de lítio têm características que as de níquel não podem superar. É por isso que se tornaram tão populares. Mas seu desempenho diminui, não importa se com o uso (ou mau uso) ou, simplesmente, com o passar do tempo", afirma o relatório da entidade, que apontou esse item essencial como um dos primeiros a apresentar problemas nos smartphones.
Veja abaixo algumas ações nada trabalhosas, mas bastante eficientes, que podem ajudar nessa tarefa.
1. Utilize carregadores originais

É importante usar apenas o carregador original fornecido pelo fabricante, feito sob medida para cada aparelho. Vieira recomenda que os usuários evitem usar carregadores de outros dispositivos, ainda que adaptáveis.
2. Não use carregadores de tablets nos smartphones

Como o técnico da Proteste explica, os carregadores de tablets fornecem corrente de 2 amperes, enquanto a corrente dos carregadores dos smartphones gira em torno de 1,8 ampere. "Apesar de acelerar o processo de carga, [a corrente de 2 amperes] tende a danificar a bateria do celular", diz Vieira.
3. Nunca deixe a bateria descarregar totalmente

Para não comprometer a durabilidade, não espere a bateria zerar toda a carga para então voltar a carregá-la. Isso faz com que ela se degrade.
Os fabricantes não só recomendam não deixar o telefone ficar com níveis de bateria baixos, como também colocam avisos nos próprios celulares de que a bateria está baixa. Muitos aparelhos até desligam sozinhos antes de o nível da bateria chegar à reserva, justamente para preservar o aparelho.
A recomendação, segundo Vieira, é que a recarga seja feita quando a bateria atingir de 20% a 15% de sua capacidade.
4. Mantenha sempre a mão um carregador portátil

Para evitar que a bateria do aparelho descarregue totalmente, mantenha sempre em mãos carregadores portáteis.
"Embora os carregadores portáteis nem sempre sejam suficientes para completar a carga, é melhor recorrer a eles do que deixar o dispositivo sem carga nenhuma", orienta Vieira, que também sugere os cabos USB e os carregadores de carros para aqueles que costumam usar com frequência o GPS do smartphone.
5. Desative notificações automáticas

Desativar todas as notificações automáticas permite economizar energia, pois não há a varredura por novas notificações e a tela do aparelho não acenderá.
6. Fuja das animações

Também é interessante evitar as animações. É muito comum um fundo de tela animado em  smartphones Android um fundo de tela animado. "Cuidado! Esse tipo de função mantém o smartphone mais ativo e, consequentemente, consome mais bateria", aponta o técnico da Proteste.
7. Diminua o brilho da tela

Quanto mais brilho, mais bateria consumo. Vieira recomenda que os usuários, quando for possível, opte pelo brilho automático. "A própria função ajusta o brilho de acordo com as reais necessidades. Caso o dispositivo não disponha dessa opção, procure usar sempre menos luz e recorrer a iluminação externa."

8. Cuidado com a ativação do Wi-Fi, Bluetooth e GPS
Desative as funções de Wi-Fi, Bluetooth e GPS se não estiver usando. Aplicativos que usam GPS são os que mais consomem bateria; por isso, encerre-os após o uso. E, se estiver com pouca bateria, desabilite as conexões de dados, pois elas atualizam sempre.

9. Recorra ao modo avião em locais sem sinal

Celulares consomem muita bateria ao buscar cobertura. Em um local sem sinal, reduza o consumo com a opção "modo avião" ou "offline" (você continua usando o celular, mas não poderá fazer ligações). "A busca ininterrupta pelo sinal é um dos principais vilões da durabilidade da bateria", acrescenta Vieira.
10. Evite lugares quentes

Evite lugares muito quentes: o calor é um vilão para as baterias, fazendo com que descarreguem rapidamente. "Opte sempre por um lugar ameno. O calor tende a consumir mais a bateria e o frio tende a danificar o componente."

via:uoltecnologia

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

ECONOMIA 2015 - Desvalorização do real frente ao dólar passa de 70%

São Paulo - A escalada do dólar tem sido firme e constante. Nos 12 meses encerrados na sexta-feira, a desvalorização do real em relação à moeda americana chegou a 71,57%. Uma perda maior para o mesmo período só ocorreu em março de 1999, de acordo com cálculos da consultoria Tendências. No ano em que o país abandonou a âncora cambial, a moeda brasileira desvalorizou 91,6%.
A mudança de patamar do câmbio está provocando uma desorganização momentânea da economia e impactando diretamente o cotidiano das pessoas e das empresas.
Espera-se, por exemplo, que a desvalorização do real seja um caminho para o Brasil sair da atual recessão, por meio do impulso nas exportações e pela consequente melhora do setor externo. "Quanto mais depreciado o câmbio, mais competitivos vão estar os produtos tanto para a exportação como domesticamente", afirma Bruno Lavieri, economista da Tendências.

Um sinal de melhora das exportações já está evidente na rentabilidade das vendas externas na combalida indústria de transformação. Os dados da Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex) mostram um avanço da rentabilidade de 12,6% em julho na comparação com o mesmo mês do ano passado. Na agricultura e pecuária, o aumento foi mais modesto, de 0,9%, num sinal de que a alta do dólar está compensando a forte queda do preço das commodities.
Mais caro
Para quem importa, porém, a conta começa a ficar mais cara. Dono de uma importadora de brinquedos, material escolar e artigos de bazar, Ronaldo Funtowicz, de 57 anos, sentiu o peso do câmbio em seu negócio.
"À medida que aumenta o dólar, aumenta o custo. Somos obrigados, para manter a demanda, a sacrificar a margem, para passar por esse período", afirma. Os preços subiram em média de 20% a 25%, e os estoques estão mais altos do que em 2014. "Em outubro vamos à China para comprar brinquedos, e vamos trazer uns 30% a menos do que no ano passado."
A desvalorização do real também desestimulou quem pretendia encher as malas com produtos de outlets numa viagem ao exterior. "Quando o dólar estava R$ 3,35, as pessoas não se assustavam. Quando passou de R$ 3,60, elas começaram a fazer contas", afirma Leonel Rossi Junior, vice-presidente de Relações Internacionais da Associação Brasileira de Agentes de Viagens.
"Não ficou tão mais barato, mas foi para não termos surpresas nos gastos. É mais fácil descansar sabendo o quanto se está gastando", diz ele. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
via:exame